NOTA – Caso Eduardo de Jesus

Nós do COLETIVO PAPO RETO:

Consideramos tão criminoso quanto o assassinato, o resultado que aponta “legítima defesa?” como resposta para o extermínio cruel e brutal do menino Eduardo de Jesus, 10 anos, assassinado no dia 2 de abril, na porta de casa, com um tiro na nuca e pelas costas, no Complexo do Alemão.

A distância entre o menino e seu assassino, um policial militar, era de no máximo 5 metros. Ele morreu com um tiro na nuca, pelas costas. Dessa forma covarde foi visto, mirado e alvejado, propositalmente.

Dizer a sociedade que os polícias agiram em “Legítima defesa?” é vergonhoso, é querer debochar demais dos moradores de favelas, do nosso sangue que escorre e de nossos mortos.

Não podemos aceitar que a PMERJ – Policia Militar do Estado do Rio de Janeiro, se legitime ainda mais como um grupo de extermínio de pobres, pretos e pretas, faveladxs.

A palavra JUSTIÇA, quando é para o pobre, sempre recebe o “in” na frente. Basta!

Exigimos que o Ministério Público não aceite essa resposta simplista, pois estará encobrindo e legitimando as ações violentas da polícia militar.

Nossos mortos não serão esquecidos!

Toda força à essas mães guerreiras, que desde a terrível data da morte de seus filhos e filhas, ainda os vêem sendo assassinados de diversas formas, por nossas leis falhas, violentas e seletivas.

Os PMs devem ser expulsos e presos!

#FavelaSempre.

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